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Todd Rundgren diz que videogames ajudaram Taylor Swift a chegar ao topo
Tecnologia

Todd Rundgren diz que videogames ajudaram Taylor Swift a chegar ao topo

Músico afirma que games afastaram garotos da música e contribuíram para a ascensão de artistas mulheres no pop.

Todd Rundgren afirmou que os videogames contribuíram para a ascensão de estrelas mulheres da música, como Taylor Swift. Para o músico e produtor norte-americano, os games afastaram parte dos jovens do interesse por aprender a tocar instrumentos e tentar uma carreira no rock.

Rundgren disse estar amargo com o estado atual da indústria musical e associou a mudança à perda de interesse do público masculino pelo pop. Na avaliação dele, nos anos 1990, os garotos passaram a gastar dinheiro com games em vez de música.

“Os maiores artistas do mundo são mulheres neste momento, e isso é por causa dos videogames”, afirmou. Ele também disse que gostaria que os jovens continuassem tentando impressionar garotas ao aprender guitarra ou canto.

Críticas a Taylor Swift

O produtor afirmou que a indústria passou a mirar garotas jovens e suas mesadas, deixando de priorizar bandas voltadas ao público masculino, como Pearl Jam. Ele questionou quais caminhos o mercado deveria seguir depois dessa mudança.

Apesar das críticas ao pop atual, Rundgren elogiou Lady Gaga, destacando os experimentalismos dos álbuns da cantora e sua formação clássica. Já sobre Taylor Swift, declarou que realmente a odeia e apontou como única qualidade da artista a capacidade de manter um cabelo bonito.

O músico também afirmou que Swift não teria conseguido destaque se os garotos tivessem abandonado os videogames e mantido o foco na música.

As declarações foram apresentadas como uma leitura ligada ao cenário dos anos 1990, quando o mercado de games era descrito como essencialmente masculino. O texto também contrasta essa visão com o momento atual, em que pessoas de diferentes idades e gêneros jogam.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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