A Microsoft apresentou o Projeto Zenith, uma edição modificada do Windows 11 criada para deixar ferramentas de desenvolvimento mais acessíveis. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (4), durante a IFA, em um painel conduzido pela AMD.
A primeira máquina compatível será um PC compacto equipado com chips Ryzen AI Halo. A Microsoft informou que outros dispositivos devem ser lançados “nos próximos meses”, mas ainda não revelou o preço inicial dos computadores envolvidos no projeto.
Ferramentas já instaladas
Além do Windows 11, os aparelhos terão Visual Code Studio, GitHub Copilot, PowerToys, WinAppCLI e Windows Dev Skills instalados. Nas máquinas compatíveis, o Terminal do Windows e o Visual Code Studios ficarão fixados na Barra de Tarefas. O Explorador de Arquivos também exibirá extensões por padrão.
O sistema será adaptado ao uso de inteligências artificiais locais. Ele ainda vai desativar as dicas do Menu Iniciar e do sistema de contas e liberar a Paleta de Comandos completa.
Para rodar o Projeto Zenith, será necessário usar um computador com pelo menos 64 GB de RAM unificados e velocidade mínima de 250 GB/s. A Microsoft diz que a proposta é entregar o Windows pronto para uso, sem exigir longos ajustes ou a instalação manual dos recursos necessários.
A promessa é de Logan Iyer, vice-presidente corporativo da plataforma e desenvolvedores do Windows.
A Canonical afirmou que medidas da Microsoft para aproximar desenvolvedores do Windows 11 estão funcionando. A empresa relacionou ao Windows Subsystem for Linux o crescimento recente do Ubuntu dentro do sistema operacional.
Embora as especificações possam ser aplicadas em outras máquinas com as configurações corretas, o preço das memórias RAM e os requisitos do Projeto Zenith podem limitar o uso inicial a grandes corporações. As empresas envolvidas ainda não confirmaram o valor de entrada dos novos computadores.








