A franja voltou a ganhar força em 2026 como alternativa para mudar o visual sem alterar o comprimento total do cabelo. O corte pode ser adaptado a fios lisos, ondulados, cacheados e crespos, desde que o formato do rosto, a textura natural e a rotina de cuidados sejam considerados antes da mudança.
A visagista e terapeuta capilar Mari Borges afirma que a franja pode acompanhar o desenho natural dos fios. “A franja não precisa ser lisa para funcionar: pode acompanhar o desenho natural das ondas, dos cachos e dos crespos”, explica.
Corte para cada textura
Em cabelos ondulados, cacheados e crespos, não é obrigatório usar escova ou chapinha no dia a dia. O cuidado principal é respeitar o fator de encolhimento, que interfere na altura final do corte. Por isso, a recomendação é que esses fios sejam cortados a seco.
A avaliação do caimento natural ajuda a prever o resultado e a escolher um modelo que combine com o rosto e com a rotina de quem vai usar a franja. O corte também pode emoldurar a face e destacar o olhar.
Lavagem e retoques
Como os fios ficam em contato direto com a pele da testa, a oleosidade pode exigir lavagem diária da região. Uma alternativa para economizar tempo é higienizar apenas a parte da frente do cabelo.
A manutenção no salão também precisa ser frequente para preservar o formato e evitar que a franja perca o caimento ou atrapalhe a visão. Mari Borges orienta que os retoques sejam feitos a cada 20 dias.
Para quem ainda tem receio de se arrepender, os modelos mais longos e integrados ao restante do cabelo são apontados como opções mais seguras. A franja cortininha e o franjão permitem uma transição mais leve e facilitam o crescimento do corte.
Antes de cortar, a orientação é conversar com o profissional sobre o caimento dos fios e o tempo disponível para arrumar o cabelo no dia a dia. Começar com uma franja mais longa também permite testar o efeito e reduzir o comprimento aos poucos.








