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Empresário deixa funcionários decidirem quanto tempo dura o almoço
Foto: Reprodução/Redes sociais
Saúde

Empresário deixa funcionários decidirem quanto tempo dura o almoço

Chris Beecham afirma que o descanso não é remunerado e deve ser definido pelos funcionários, desde que as tarefas sejam entregues.

O empresário e palestrante americano Chris Beecham decidiu não estabelecer um limite para o horário de almoço dos funcionários. A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais, que já passou de 3 milhões de visualizações e provocou discussões sobre a relação entre patrões e funcionários.

A decisão, segundo Chris, parte do entendimento de que o período de almoço não é remunerado. Por isso, caberia aos próprios funcionários escolher quanto tempo precisam para se alimentar ou se afastar do trabalho.

“Se seus primos estão na cidade e você quer almoçar com eles, vá. Se você teve uma manhã ruim e precisa de uma hora extra para colocar a cabeça no lugar e não voltar infeliz, pegue”, disse o empresário.

Equilíbrio na relação de trabalho

Chris defende que a flexibilidade depende de reciprocidade. Para ele, a relação pode ser mais saudável quando existe equilíbrio e as demandas são entregues conforme o combinado.

O empresário também questionou o monitoramento do descanso dos funcionários. Na avaliação dele, empresas não deveriam controlar cada minuto do almoço enquanto deixam de considerar horas extras e outras dedicações feitas além do que foi acordado.

“Você não consegue contar cada minuto que um funcionário tira de você e ignorar completamente quando ele retribui. Essa matemática parece funcionar apenas em uma direção em muitos negócios”, declarou.

A prática dividiu opiniões nos comentários. Parte dos internautas apoiou a decisão, compartilhou experiências parecidas e até demonstrou interesse em trabalhar na instituição de Chris Beecham. Outros disseram que a liberdade poderia ser usada de forma inadequada a longo prazo.

Um internauta afirmou que costuma trabalhar mais para chefes que o tratam bem. Outra pessoa avaliou que muitos funcionários abusariam do benefício, embora ele possa funcionar para quem entrega o trabalho de qualquer maneira.

No caso de Chris, quando algum colaborador abusa da liberdade, o empresário disse que conversa com a pessoa separadamente.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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