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Quaest mostra Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 45% no 1º turno
Política

Quaest mostra Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 45% no 1º turno

Levantamento ouviu 3.702 eleitores entre 2 e 3 de outubro e tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra uma disputa apertada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição presidencial. O presidente aparece com 46% dos votos válidos, enquanto o senador registra 45%.

O levantamento anterior, divulgado no último dia 28, apontava Lula com 39% das intenções de voto e Flávio com 34%.

Outros candidatos

Augusto Cury (Avante), que ocupava a terceira posição, oscilou de 4% para 3%. Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, e Renan Santos (Missão) também têm 3% cada.

Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e os demais candidatos não pontuaram.

A Quaest ouviu 3.702 eleitores com 16 anos ou mais entre 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02197/2026.

Últimos atos de campanha

Lula e Flávio encerraram neste sábado (3) a campanha de rua antes do primeiro turno das eleições de 2026. Na Avenida Paulista, o presidente caminhou com Fernando Haddad, candidato petista ao governo de São Paulo, e defendeu medidas para aliviar o orçamento das famílias.

Lula criticou os juros dos cartões de crédito, que chamou de “uma roubalheira”, afirmou que as bets “viraram uma doença para o povo brasileiro” e defendeu o fim da escala 6×1. O ato teve um princípio de confusão depois que policiais militares determinaram a retirada de caminhões da região.

Flávio participou de uma motociata com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior paulista. Também estiveram na mobilização Ricardo Nunes (MDB), prefeito da capital paulista, e os candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).

Depois do percurso, Flávio defendeu mudanças no Judiciário e disse que o STF não pode funcionar como “uma delegacia de polícia”. Ele também acusou o PT de usar instituições para perseguir adversários, sem apresentar provas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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