A pesquisa BTG Pactual/Nexus mostra Luiz Inácio Lula da Silva numericamente à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno. Lula tem 42% das intenções de voto, contra 37% do senador. Na rodada anterior, os dois tinham 39% e 33%, respectivamente.
A diferença passou de 4 para 5 pontos porcentuais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais. Em um eventual segundo turno entre os dois, Lula aparece com 47%, contra 46% de Flávio Bolsonaro.
Augusto Cury caiu de 9% para 6%. Ronaldo Caiado oscilou de 4% para 5%, enquanto Renan Santos passou de 4% para 2%. Romeu Zema e Samara Martins permaneceram com 1%. Rui Costa Pimenta, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias e Wilson Grassi Júnior ficaram com 0%.
Brancos, nulos e eleitores que não votariam em nenhum dos nomes somaram 4%. Os indecisos ou que não opinaram ficaram em 2%.
Cenário com Pablo Marçal
Em outro cenário de primeiro turno, com Pablo Marçal como candidato do PRTB, Lula passou de 39% para 40%, e Flávio Bolsonaro, de 34% para 36%. Augusto Cury caiu de 9% para 7%. Caiado ficou com 4%, Renan Santos com 3% e Marçal com 2%. Zema e Samara Martins marcaram 1%, enquanto os demais candidatos não atingiram 1%.
O levantamento informa que 83% dos eleitores que citaram algum candidato já decidiram o voto e não pretendem mudar. O índice era de 81% e representa um recorde na série iniciada em março.
Segundo turno e avaliação
Lula também aparece à frente de Augusto Cury, por 45% a 42%; de Caiado, por 47% a 41%; de Zema, por 49% a 38%; e de Renan Santos, por 48% a 37%.
A rejeição a Lula caiu de 49% para 48%, enquanto a de Flávio Bolsonaro ficou em 50%. O potencial de voto do presidente foi de 47% para 50%, e o do senador, de 47% para 48%.
A pesquisa ouviu 2003 eleitores com mais de 16 anos, por telefone, entre sexta-feira (11) e domingo (13), nos 26 estados e no Distrito Federal. O índice de confiança é de 95%.
O governo Lula foi aprovado por 47% e desaprovado por 49% dos entrevistados. Na avaliação da administração, 17% disseram ótimo, 20% bom, 18% regular, 6% ruim e 38% péssimo. Outros 1% não souberam responder ou não responderam.








