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Haddad promete revisar contratos e levar Institutos Federais à rede estadual
Política

Haddad promete revisar contratos e levar Institutos Federais à rede estadual

Candidato também afirmou que renegociações da dívida reduziram juros e geraram economia anual de R$ 12 bilhões para São Paulo.

Fernando Haddad (PT) afirmou que pretende revisar contratos caso seja eleito governador de São Paulo. A declaração ocorreu durante entrevista à Record TV nesta segunda-feira (21), após o debate previsto com Tarcísio de Freitas (Republicanos) mudar de formato porque o governador e candidato à reeleição não compareceu.

Ao falar sobre a dívida pública paulista, Haddad disse que o Estado renegociou o débito duas vezes durante governos do PT. Segundo ele, a primeira negociação reduziu a taxa de juro para 4%. Na segunda, conduzida por ele enquanto ministro da Fazenda, o serviço da dívida caiu de 4% para 2% ao ano de juro real.

Haddad afirmou que as medidas representaram uma economia anual de R$ 12 bilhões para São Paulo. “Se não fosse essa renegociação, que foi iniciativa do governo federal e do Congresso Nacional, essa gestão (do Tarcísio) não terminava o ano”, disse.

O candidato declarou que uma nova renegociação é importante, mas não seria suficiente. Por isso, defendeu a revisão dos contratos como parte da política para as contas do Estado.

Na área da educação, Haddad afirmou que quer adaptar para a rede estadual o modelo dos Institutos Federais de educação.

Pedágios e rodovias

Sobre pedágios e concessões, Haddad disse que o modelo é adequado, mas não deve ser aplicado sem considerar os custos envolvidos. Para ele, a cobrança pode financiar a duplicação de uma estrada quando o investimento é feito pelo setor privado.

O candidato questionou, porém, a renovação de uma concessão em uma rodovia já duplicada. Ele afirmou que, nesse caso, o custo de manutenção é muito menor que o de construção e classificou a renovação sem essa análise como “não razoável”.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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