Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, acusou neste sábado, 3, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) de tentar impedir o último ato de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes do primeiro turno, na região da avenida Paulista.
A declaração foi feita durante discurso para apoiadores. Haddad afirmou que a manifestação representava paz, amor e respeito e disse que o evento encerrava a campanha de Lula.
A caminhada contou também com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e das candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). O grupo seguiu pela rua Augusta em direção à praça Roosevelt.
Marina agradeceu a mobilização dos apoiadores na reta final da campanha. “Obrigada por essa garra de uma militância que segue em frente e não recua”, declarou.
Tebet voltou ao tema da realização da caminhada e relacionou o ato à defesa da soberania nacional. Segundo ela, houve uma tentativa de impedir que a população ocupasse a avenida Paulista. A candidata também afirmou que, enquanto Lula fosse presidente da República, ninguém atacaria a soberania do país.
O ato marcou o encerramento dos eventos oficiais de campanha de Lula antes da votação deste domingo. A manifestação reuniu Haddad, Marina, Tebet, Lula e Alckmin no trajeto entre a rua Augusta e a praça Roosevelt.
Haddad também disse que Nunes, a quem chamou de vereador, teria tentado impedir a manifestação. “Mas aqui é uma manifestação da paz, do amor e do respeito”, afirmou o candidato durante o discurso.








