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Esportes

Tifanny quer disputar última temporada antes de encerrar carreira no vôlei

Aos 41 anos, oposta do Osasco São Cristóvão Saúde diz que lutará por uma despedida digna e pode recorrer à Justiça.

Aos 41 anos, Tifanny afirmou que quer disputar sua última temporada no vôlei antes de encerrar a carreira. A oposta representa o Osasco São Cristóvão Saúde e participou, nesta quinta-feira (1º/10), do lançamento da Superliga 2026/27, durante a COB Expo 2026.

A jogadora disse que pretende decidir o momento da aposentadoria e não deixar o esporte por uma proibição. “Eu quero terminar minha temporada”, afirmou Tifanny após o evento. Ela também declarou que deseja concluir a trajetória iniciada há dez anos e, depois, ajudar outras pessoas fora das quadras.

Disputa pela permanência

Tifanny afirmou que recebeu apoio de torcedores, atletas, comissões técnicas e equipes durante a cerimônia. Segundo ela, a situação tem sido difícil porque ainda luta para continuar jogando e representar o vôlei.

A atleta também relatou que patrocinadores de alguns clubes não apareceram na foto principal do evento. Para Tifanny, isso foi uma tentativa de silenciá-la. “Vou lutar até o final para que a história de Tifanny Abreu não termine desse jeito”, disse.

A jogadora afirmou que a discussão ultrapassa sua própria carreira. Ela quer que outras pessoas trans possam se inspirar em sua trajetória e ter uma aposentadoria digna, sem serem retiradas das quadras dessa forma.

Tifanny mencionou a possibilidade de buscar um acordo por meio do diálogo. Caso isso não aconteça, disse que poderá recorrer à Justiça.

Regra para competições nacionais

A jogadora está proibida de participar de competições nacionais por determinação da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A entidade aderiu a uma política do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Volleyball (FIVB).

A nova norma limita a elegibilidade para competições da categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino e exige testagem e triagem do gene SRY.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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