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NBA amplia preparação com mobilidade, respiração, yoga e Pilates
Esportes

NBA amplia preparação com mobilidade, respiração, yoga e Pilates

Equipes e jogadores passaram a usar práticas de baixo impacto para complementar força, técnica, recuperação e controle de carga.

A preparação física na NBA está incorporando exercícios que não reproduzem diretamente os movimentos do basquete. Mobilidade, respiração, yoga e Pilates aparecem como complementos ao trabalho de força, resistência e técnica durante a pré-temporada e a offseason.

Na preparação para 2026-27, Cooper Flagg, Kyrie Irving e outros jogadores do Dallas Mavericks participaram de uma sessão de yoga na praia. O Boston Celtics também adotou uma rotina de 15 minutos de yoga depois das viagens durante o training camp em Charleston. A atividade é conduzida pelo preparador físico Paul West e trabalha a mobilidade após os deslocamentos.

Controle antes da intensidade

O basquete exige aceleração, mudanças de direção e repetição de movimentos ao longo de uma partida. Por isso, o treinamento também busca desenvolver coordenação, estabilidade e controle corporal.

A yoga pode trabalhar equilíbrio, respiração, mobilidade e estabilidade. O Pilates, por sua vez, usa movimentos controlados e dá atenção à musculatura do centro do corpo e aos músculos estabilizadores. As duas práticas não substituem a quadra, a musculação ou o treinamento específico.

J.J. Redick contou que incluía yoga e Pilates entre suas formas preferidas de exercício fora do basquete. C.J. Miles também incorporou as duas atividades à preparação de offseason para ficar mais forte, flexível e leve, segundo o Indiana Pacers.

Norman Powell relatou outra sequência. Depois de algumas semanas de descanso no início da offseason, usava hot Pilates e yoga para voltar gradualmente a movimentar o corpo. Só depois aumentava o trabalho de basquete, com controle de bola e arremessos.

Recuperação como parte do treino

A carreira de Stephen Curry também mostra a preocupação com o controle da carga. Aos 38 anos, o jogador dos Warriors passou a adotar métodos de menor impacto, como a esteira subaquática, e reduziu o volume de determinadas atividades durante a offseason.

O preparador Brandon Payne descreveu uma rotina que alternava trabalho e descanso para manter Curry fresco e evitar excesso de carga. A proposta é administrar o corpo para sustentar o treinamento por mais tempo.

O Celtics aplica a mesma lógica em pequenas doses. A sessão após as viagens busca tirar os jogadores do longo período sentados e recolocar o corpo em movimento antes da sequência de atividades.

A NBA também destacou Théo Maledon por sua dedicação ao trabalho de recuperação, alongamento e Pilates. A equipe técnica afirmou que ele praticava Pilates constantemente e usava bandas elásticas.

A inclusão dessas atividades não segue uma receita única. Um atleta pode buscar mais mobilidade; outro pode priorizar estabilidade ou recuperação. Na pré-temporada, há mais espaço para testar modalidades e ajustar rotinas antes do calendário de jogos.

A preparação atual combina força, potência, resistência, técnica, recuperação, mobilidade, sono e controle de carga. Em 2026, os exemplos incluíram jogadores treinando em Paris, yoga depois de viagens e sessões na praia. O objetivo é complementar o trabalho de basquete e preparar o corpo para uma temporada inteira.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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