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Festa infantil pede cuidado com bebidas e alimentos ultraprocessados
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Festa infantil pede cuidado com bebidas e alimentos ultraprocessados

Orientações do Ministério da Saúde variam conforme a idade e destacam o papel da rotina na formação dos hábitos alimentares.

Bebidas adoçadas, chocolates, balas, biscoitos recheados e sorvetes industrializados estão entre os produtos que merecem atenção nas comemorações do Dia das Crianças. Além do açúcar, muitos deles concentram gordura, sal e diferentes aditivos, segundo o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos.

A recomendação do Ministério da Saúde é evitar bebidas adoçadas para crianças de 2 a 10 anos. Nesse grupo, entram refrigerantes, refrescos, sucos industrializados, bebidas lácteas adoçadas e outros produtos ultraprocessados. Para menores de 2 anos, a orientação é oferecer água no lugar de sucos, refrigerantes e outras bebidas açucaradas.

A água pode continuar disponível como principal bebida durante a festa. Isso não impede que a família prepare uma comemoração especial, mas ajuda a evitar que o consumo de açúcar aumente também por meio dos líquidos.

Para os menores de 2 anos, não devem ser oferecidos açúcar, preparações ou produtos que contenham açúcar. A orientação integra o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos e vale também no Dia das Crianças.

Nessa etapa, a exposição frequente ao sabor muito doce pode estimular a preferência por esse paladar e dificultar a aceitação de alimentos menos doces. A celebração, portanto, pode ocorrer sem doces ou bebidas açucaradas.

Entre 2 e 10 anos, a base da alimentação deve ser formada por alimentos in natura e minimamente processados. Frutas, preparações caseiras e refeições feitas com alimentos frescos podem continuar presentes ao longo do dia, sem que a festa substitua a alimentação habitual.

Organização da comemoração

Uma refeição diferente ou uma sobremesa pode fazer parte da data. A recomendação é não transformar chocolates, refrigerantes, balas e outros produtos em presença constante em todas as refeições. Também é importante evitar que a comida seja usada como prêmio ou castigo.

Manter os horários e as refeições habituais ajuda a impedir que a criança passe o dia apenas beliscando. O foco não precisa ser liberar todos os doces nem proibir qualquer guloseima: as escolhas devem ser organizadas de acordo com a idade e com a rotina.

Uma comemoração isolada não define a alimentação infantil. O Ministério da Saúde destaca que as práticas dos primeiros anos influenciam a formação dos hábitos futuros. Por isso, datas especiais podem ser exceções dentro de um padrão que valorize, durante o restante do ano, alimentos variados, in natura e minimamente processados.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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