Slash já deixou claro que algumas experiências musicais ficaram longe de ser positivas. Entre os alvos das críticas estão Poison, KISS, Metallica, Velvet Revolver e o próprio Slash’s Snakepit, projeto criado pelo guitarrista após o fim da formação clássica do Guns N’ Roses.
O desconforto com o Metallica
Mesmo admirando o Metallica e seus integrantes, Slash se sentiu incomodado ao acompanhar a banda durante shows em que o Guns N’ Roses abriu para o grupo. A casa de shows tocava apenas músicas do Metallica antes e depois das apresentações, o que fez o guitarrista comparar o desempenho das duas bandas.
Para Slash, qualquer grupo que não soasse como o Metallica teria dificuldade para fazer sucesso. Depois de uma dessas apresentações, ele disse que não gostaria de repetir a experiência no dia seguinte.
KISS e Poison ficaram fora da lista
A rejeição ao KISS também apareceu antes da formação do Guns N’ Roses. Slash estava com Steven Adler quando o então baterista decidiu ouvir discos da banda. A situação apenas reforçou uma opinião negativa que o guitarrista já tinha sobre o grupo.
Paul Stanley afirmou que ouviu histórias de comentários feitos por Slash. Segundo Stanley, o guitarrista teria feito piadas sobre sua sexualidade e suas roupas para tentar ganhar credibilidade no rock.
Slash também fez um teste para o Poison antes de integrar o Guns N’ Roses. Rikki Rockett contou que ele era um dos favoritos, mas a banda procurava outro perfil. O posto acabou com CC DeVille.
O próprio Slash afirmou que não tinha interesse real no grupo e participou da audição por necessidade. A indicação veio de Matt, guitarrista original do Poison, que estava voltando para a Pensilvânia.
Projetos que também deixaram marcas
O Slash’s Snakepit não escapou das lembranças negativas. Slash descreveu a última formação como uma grande bagunça e associou aquele período ao excesso de bebidas, drogas e problemas enfrentados pelos integrantes. O álbum “Ain’t Life Grand”, de 2000, foi feito com músicos que, segundo ele, ainda não tinham experiência anterior em bandas.
O guitarrista também disse que viveu aqueles quatro ou cinco anos como um período perdido, apesar de reconhecer que a formação teve bons momentos.
No Velvet Revolver, Slash reconhecia a qualidade de algumas músicas, mas não aprovava a dinâmica interna nem os conflitos do grupo. Ao comentar a morte do vocalista Scott Weiland, afirmou que a experiência não tinha sido divertida e que não tinha nada positivo a dizer sobre ela, além das composições que considerava boas.








