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Miranda Lambert mistura country, disco e drag queens em novo álbum
Foto: Kevin Mazur/Getty Images para ACM
Entretenimento

Miranda Lambert mistura country, disco e drag queens em novo álbum

Cantora diz que Crisco nasceu da vontade de experimentar sons dos anos 70 e celebrar novas parcerias.

Miranda Lambert trocou parte da sobriedade tradicional do country por cordas exuberantes, brilho pop e referências à disco music em Crisco, seu novo álbum. A cantora também colocou performances drag no centro da divulgação do trabalho, apresentado em Nashville com um brunch que reuniu música, mimosas e drag queens.

“Não sei se existe lugar mais alegre na Terra do que um brunch com drag queens”, afirmou Lambert. Para ela, ver uma drag queen cantando suas músicas ou usando uma fantasia inspirada nela é sinal de que sua carreira chegou a um ponto especial.

Country com brilho de pista

A ideia do álbum surgiu depois que Lambert explorou os sons dos anos 70 em “A Song to Sing”, parceria com Chris Stapleton. Ao lado do co-produtor Jesse Frasure, ela decidiu criar outras faixas nessa direção, sem abandonar as raízes country.

O disco reúne músicas como “To Everything”, “Snakeskin Boots”, com Ella Langley, e “Two Things Can Be True”, balada inspirada em Patsy Cline. Em “Whiskey Business”, Lambert mantém a abordagem direta sobre a sexualidade feminina.

A cantora disse que quis se divertir em uma fase de reconhecimento profissional. Além de gravar, ela atua como produtora, empresária da moda e dona de uma gravadora. Também ajudou Langley na criação de Dandelion e é coautora de “Choosin’ Texas”, música que alcançou o topo da Billboard Hot 100.

Parcerias com outras mulheres

Lambert afirmou que prefere apoiar outras artistas a tratar a música country como uma disputa. Ela participou de “Horses and Divorces”, de Kacey Musgraves, em uma colaboração que marcou a reconciliação entre as duas cantoras após rumores de rivalidade.

A relação com Langley também ganhou destaque. A artista mais jovem disse que Lambert foi generosa, honesta e ajudou a fortalecer sua confiança para seguir os próprios instintos.

Lambert lançou o primeiro álbum em 2005 e vê a mentoria como uma forma de oferecer a outras cantoras o apoio que sentiu falta no começo da carreira. Ela cita como parte de seu legado sucessos como “The House That Built Me”, “White Liar” e “Mama’s Broken Heart”, além de The Marfa Tapes, de 2021.

Referências texanas

A cantora continua ligada ao Texas e à influência de Dolly Parton. Para uma sessão de playback em um bar do Lower East Side chamado HiLot, Lambert usou uma blusa com strass que pertenceu a Parton. Ela também contou que guarda outras peças da cantora na casa que constrói no Tennessee com o marido, Brendan McLoughlin.

Em outro relato, Lambert lembrou uma festa após o Kennedy Center Honors em homenagem a George Strait. McLoughlin organizou bebidas e reservou uma área para o cantor, mesmo com a presença de Sylvester Stallone no bar.

No fim, Lambert resumiu o espírito de Crisco com uma referência ao próprio estilo: “Eu sou do Texas!”

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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