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Stephen King diz que Mike Flanagan é o principal adaptador de suas obras

Autor elogiou a nova série de Carrie, a Estranha e indicou que pode voltar a trabalhar com o diretor em outro projeto.

Stephen King afirmou que Mike Flanagan é o melhor responsável por levar suas histórias para as telas. A declaração foi feita em um vídeo publicado no X, enquanto o escritor assistia à nova série de Carrie, a Estranha, do Prime Video.

King recomendou a produção ao público e sugeriu que uma nova parceria com Flanagan pode acontecer. O autor, porém, não revelou qual seria o possível projeto. “Ele é o melhor adaptador do meu trabalho”, disse.

A continuidade da colaboração dependeria do alcance da série. King afirmou que, caso pessoas suficientes acompanhem a produção, os dois talvez façam “outra coisa realmente especial”.

Nova versão de Carrie

A série apresenta uma releitura contemporânea do romance publicado por King em 1974. A trama acompanha Carrie White, adolescente tímida e isolada que vive sob o controle rígido da mãe, Margaret White, uma mulher religiosa e controladora.

Depois da morte repentina do pai, Carrie passa a frequentar uma escola pública e vira alvo de perseguições dos colegas. Na adaptação, o bullying também se espalha pelas redes sociais, ampliando os efeitos sobre a jovem e a comunidade ao redor dela.

Enquanto enfrenta a violência psicológica, Carrie descobre poderes telecinéticos. As habilidades ficam mais intensas durante a adolescência e provocam uma sequência de acontecimentos devastadores.

Temas atuais

Durante a San Diego Comic-Con, Flanagan explicou que não pretende refazer o filme dirigido por Brian De Palma em 1976. A proposta é voltar ao livro original e relacionar a história aos problemas enfrentados por adolescentes atualmente.

“O mundo mudou muito”, afirmou o diretor. A série deve abordar redes sociais, saúde mental, violência escolar e a permanência de erros na internet.

Flanagan também contou que adolescentes foram convidados a participar da sala de roteiristas. Os relatos ajudaram na criação de situações envolvendo microagressões, assédio e violência psicológica. A equipe pretende mostrar como a internet incentiva, recompensa e amplia a crueldade.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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