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Falha no Instagram recomenda Creed para quase tudo por meses
Foto: Cindy Ord/Getty Images
Entretenimento

Falha no Instagram recomenda Creed para quase tudo por meses

A rede social reconheceu um erro que fazia a música “Higher” aparecer como trilha sonora de publicações temporárias.

O Instagram pediu desculpas depois que uma falha técnica fez a música “Higher”, do Creed, ser recomendada repetidamente para publicações temporárias. Usuários de várias partes do mundo relataram o problema desde agosto, independentemente do conteúdo postado.

A faixa aparecia em fotos de salada, vídeos de cachorro e registros de pôr do sol. Em 8 de outubro, um porta-voz do Instagram confirmou que a música estava sendo sugerida a “mais pessoas do que o previsto”. A equipe de engenharia trabalhava para corrigir o erro, mas a empresa não informou quando a solução seria concluída.

Como funcionam as sugestões

O sistema de recomendações musicais considera as escolhas anteriores do usuário e os elementos visuais da publicação. O Instagram não esclareceu qual desses fatores foi afetado pela falha.

“Turn My Swag On”, de Soulja Boy, também levantou suspeitas entre usuários. Nesse caso, porém, a empresa afirmou que não havia erro: a música seria recomendada por ser popular na plataforma.

“Higher” foi lançada em 1999 como faixa de divulgação do segundo álbum do Creed, Human Clay (1999). A música chegou à 11ª posição da Billboard Hot 100 e liderou paradas de rock alternativo e rock popular. Hoje, acumula mais de 572 milhões de reproduções no Spotify.

O episódio acontece durante a retomada da banda. O Creed foi fundado em 1994, em Tallahassee, na Flórida, e vendeu mais de 50 milhões de cópias de seus álbuns de estúdio. Quase metade desse total corresponde a Human Clay (1999).

Depois de mais de uma década de inatividade, o grupo voltou a fazer turnês em 2024. O guitarrista Mark Tremonti disse que existem conversas sobre a criação de material inédito, mas a agenda de shows ainda não permitiu iniciar gravações.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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