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Filme mostra prisão e morte de Ted Kaczynski, o Unabomber
Foto: Divulgação
Entretenimento

Filme mostra prisão e morte de Ted Kaczynski, o Unabomber

Produção da Netflix acompanha a investigação que identificou o matemático após atentados entre 1978 e 1995.

Ted Kaczynski, conhecido como Unabomber, morreu em 10 de junho de 2023, aos 81 anos, enquanto cumpria pena em um centro médico prisional na Carolina do Norte. A morte foi relatada como suicídio. A trajetória do matemático norte-americano é tema do filme Unabomber, que estreou nesta sexta-feira (25) na Netflix.

A investigação contra Kaczynski avançou depois que familiares reconheceram semelhanças entre um manifesto divulgado pelo Unabomber e textos atribuídos a Ted. A cunhada dele, Linda Patrik, percebeu a conexão, e o irmão, David Kaczynski, levou o material às autoridades. O FBI comparou o manifesto com outros escritos ligados ao suspeito.

Kaczynski foi preso em 3 de abril de 1996, na cabana onde vivia, em Montana. Em 1998, declarou-se culpado e recebeu pena de prisão perpétua. A identidade dele permaneceu desconhecida por anos, durante uma série de ataques realizados entre 1978 e 1995.

A história retratada no filme

A produção alterna diferentes fases da vida de Kaczynski e a caçada policial. Jacob Tremblay interpreta o personagem na juventude, enquanto Michael Laurence aparece em outra etapa. Shailene Woodley vive a agente do FBI Joanne Miller, e Russell Crowe interpreta o psicólogo Henry Murray.

Na história, Kaczynski entra em Harvard aos 16 anos e depois leciona matemática na Universidade da Califórnia em Berkeley. Mais tarde, passa a viver isolado em uma cabana em Montana. O filme também aborda experimentos psicológicos conduzidos por Murray em Harvard, quando Ted era estudante.

Entre 1978 e 1995, bombas enviadas ou deixadas por Kaczynski em diferentes locais dos Estados Unidos mataram três pessoas e feriram mais de 20. Em textos divulgados no período, ele criticava a sociedade industrial e o avanço da tecnologia. Não há comprovação de que os experimentos psicológicos tenham causado os crimes.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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