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Seul reforça vigilância após novo lançamento norte-coreano no Mar do Leste
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Seul reforça vigilância após novo lançamento norte-coreano no Mar do Leste

Coreia do Sul detectou um míssil balístico e outro projétil; Japão e governo sul-coreano protestaram contra a ação.

A Coreia do Sul reforçou a vigilância militar após detectar dois lançamentos da Coreia do Norte neste domingo (20), no intervalo de poucas horas. Um dos projéteis foi identificado como míssil balístico; o outro ainda não foi classificado pelas Forças Armadas sul-coreanas.

O primeiro lançamento ocorreu por volta das 15h00, no horário local, ou 3h00 de Brasília. O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul informou que o míssil partiu da região de Wonsan, na Coreia do Norte, e seguiu em direção ao Mar do Leste, também chamado de Mar do Japão.

Pouco depois, militares sul-coreanos registraram outro projétil na mesma direção. O Exército ampliou o monitoramento diante da possibilidade de novos disparos e compartilhou informações sobre o míssil com Estados Unidos e Japão.

Reação dos governos

A Agência de Segurança Nacional da presidência sul-coreana convocou uma reunião de emergência para analisar a resposta e avaliar os efeitos do lançamento. O governo da Coreia do Sul pediu que Pyongyang “cesse imediatamente” os lançamentos de mísseis balísticos e classificou o episódio como um “ato grave”, em violação às resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

O Japão também apresentou um protesto à Coreia do Norte. O governo japonês afirmou que o disparo representa uma ameaça à paz e à segurança regionais. O gabinete da primeira-ministra Sanae Takaichi confirmou o lançamento de um suposto míssil balístico, enquanto o Ministério da Defesa informou que o projétil já havia caído.

Os novos disparos aconteceram oito dias após lançamentos semelhantes na região. Uma semana antes, Pyongyang havia lançado vários mísseis balísticos de curto alcance como parte do que chamou de exercício de ataque de poder de fogo. A ação ocorreu um dia depois do encerramento de exercícios militares realizados por Coreia do Sul, Estados Unidos e Japão.

Nesta semana, a Coreia do Norte acusou forças hostis de tentar encerrar seu programa nuclear durante a Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica. O país afirmou que um texto elaborado pelos Estados Unidos e pelo Ocidente é ilegal, porque não é membro da agência.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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