Clarence Seedorf afirmou que Memphis Depay não teve influência em sua decisão de assumir o comando do Corinthians. Apresentado nesta quarta-feira (14), no CT Joaquim Grava, o técnico disse que já conhecia o clube antes da chegada do atacante ao Brasil.
“Eu conhecia o Corinthians antes dele”, declarou Seedorf. O holandês contou que já teve contato com Memphis nos Países Baixos, mas acompanha o futebol brasileiro por meio de amigos e profissionais próximos. Segundo ele, o Corinthians já fazia parte dessas conversas.
A parceria entre os dois, porém, não será testada logo na estreia. Memphis está suspenso e não poderá enfrentar o Vitória.
Retorno ao Brasil
Seedorf disse que aceitou o convite por ver a chance de voltar a ter protagonismo como treinador e contribuir para a recuperação do Corinthians. Ele afirmou conhecer a situação do clube e relatou conversas com o executivo de futebol Marcelo Paz.
O técnico também contou que trabalhar no Brasil já estava em seus planos. A OTB, empresa que administra sua carreira, sugeriu seu nome ao Corinthians. O acordo teve o aval do presidente Osmar Stabile e prevê contrato até o fim de 2027.
Como jogador, Seedorf defendeu o Botafogo em 2012 e 2013. Antes de assumir o Corinthians, trabalhou como treinador no Milan, Shenzhen FC, Deportivo La Coruña e na seleção de Camarões.
Desafio no Brasileirão
Marcelo Paz afirmou que a equipe precisa recuperar a segurança defensiva e voltar a pontuar. O dirigente citou a liderança de Seedorf, sua familiaridade com o Brasil e a fluência em português como fatores para a contratação. A expectativa é por um time mais pragmático, capaz de vencer por placares mínimos.
O Corinthians acumula oito derrotas consecutivas no Brasileirão. Seedorf começou as atividades nesta quarta-feira (14) e terá cinco dias de preparação até o duelo com o Vitória, marcado para segunda-feira (19), às 20h (horário de Brasília), na Neo Química Arena, pela 31ª rodada.
O Corinthians está na 16ª posição, com 32 pontos, mesma pontuação do Internacional, que abre a zona de rebaixamento. A vantagem corintiana está no número de vitórias.








