O Fluminense chega ao duelo com o Platense respaldado por uma vantagem construída no Maracanã, mas Renê também colocou a confiança do elenco como um fator para a sequência da Libertadores. O lateral afirmou que a equipe tem condições de competir com qualquer adversário e não se vê abaixo de Flamengo ou Palmeiras.
Na entrevista à ESPN, Renê reconheceu o investimento e a qualidade dos grupos dos dois rivais. Para ele, esse cenário pesa principalmente quando a comparação envolve o Campeonato Brasileiro. No entanto, o jogador apontou que a dinâmica muda em uma competição eliminatória, na qual o desempenho de cada partida ganha ainda mais importância.
“Não deve nada para ninguém”, afirmou Renê ao comentar a postura do Fluminense diante dos possíveis adversários. O lateral disse que o elenco conversa sobre o favoritismo atribuído a Flamengo e Palmeiras, mas mantém a convicção sobre a própria capacidade.
O próximo compromisso do time é contra o Platense, nesta terça-feira (15), pelo segundo confronto das quartas de final da Libertadores. O Fluminense venceu a ida por 2 a 0 e pode avançar mesmo com uma derrota por até um gol de diferença. Se o adversário repetir a vantagem de dois gols, a vaga será definida nos pênaltis.
Em caso de classificação, o Fluminense terá Palmeiras ou LDU pela frente na semifinal. O chaveamento ainda prevê a possibilidade de um encontro com o Flamengo em uma eventual decisão.
Relação com Marcão
Renê também falou sobre Marcão, com quem convive desde o período em que defendia o Sport. O atual treinador do Fluminense era auxiliar de Oswaldo de Oliveira naquela época. O lateral afirmou que recebe oportunidades e busca corresponder em campo.
O jogador ainda disse que gostaria de ajudar Marcão a conquistar o primeiro troféu como treinador efetivo, sem contar períodos como interino.
Mudança no estilo
Revelado pelo Picos-PI, Renê teve passagens por Sport, Flamengo e Internacional antes de chegar ao Fluminense. Ele descreveu uma transformação na forma de jogar: deixou de atuar com foco mais ofensivo e passou a se enxergar como um jogador construtor, mais voltado para a equipe.








