A Argentina terá uma partida especial para Lionel Messi na próxima terça-feira. O duelo contra Benin marcará a despedida do atacante da seleção após 21 anos defendendo a Albiceleste. Lionel Scaloni afirmou que todos querem participar do momento e destacou o impacto do jogador dentro e fora de campo.
“Será um dia inesquecível para todos”, disse Scaloni. Para o treinador, a presença de Messi é algo único para companheiros e adversários.
Jovens são observados
A sequência de amistosos também abriu espaço para a avaliação de novos atletas. Antes do confronto com Burkina Faso, a Argentina havia enfrentado a Bolívia. Scaloni aprovou a participação dos jovens e ressaltou a energia levada por eles ao grupo.
O técnico, porém, pediu cuidado com a pressão sobre os jogadores mais novos. Na visão dele, a responsabilidade de vestir a camisa argentina não deve ser colocada apenas sobre essa geração. Os atletas mais experientes precisam ajudar nesse processo.
Calendário limita escolhas
Depois da vitória por 7 a 0 sobre Burkina Faso, Scaloni disse que gostaria de enfrentar seleções de maior nível nos próximos amistosos. A escolha dos rivais, no entanto, está limitada porque muitas equipes já têm compromissos definidos para as próximas Datas Fifa.
O treinador afirmou que a Argentina deve jogar fora e que há poucas seleções disponíveis. “Não temos muitas opções. Há poucas equipes livres”, declarou em entrevista coletiva.
Apesar da preferência por adversários mais fortes, Scaloni ponderou que a dificuldade de uma partida não depende necessariamente da reputação do rival. Ele lembrou que a Argentina já teve problemas contra uma seleção considerada inferior e disse que o nível do confronto é relativo.
Segundo o técnico, os amistosos também permitem analisar a postura dos atletas. Mesmo contra uma equipe menos tradicional, a comissão consegue observar como os jogadores encaram a partida e tirar conclusões sobre o desempenho do grupo.








