ROSARIO — Marcus D’Almeida tratou os Jogos Sul-Americanos de Santa Fé 2026 como parte da preparação para a temporada. Número 1 do ranking mundial, o brasileiro contou que ficou sem competir durante o mês de agosto e aproveitou a disputa para retomar o ritmo e avaliar mudanças feitas no período.
“É uma competição passagem aqui para mim, uma competição para eu voltar a competir, porque eu fiquei em agosto sem competir”, afirmou. Ele também disse estar satisfeito com as decisões tomadas e com o desempenho apresentado na competição.
Prata no arco recurvo
A campanha terminou com duas medalhas de ouro e uma de prata. Marcus foi campeão na disputa por equipes, ao lado de Matheus Ely e Matheus Gomes, e venceu as duplas mistas com Ana Luiza Caetano.
No individual do arco recurvo, o brasileiro ficou com a prata nesta sexta-feira (25). A decisão contra o colombiano Jorge Enríquez terminou empatada em 5 a 5 e foi definida no desempate. Os dois atletas acertaram 9 no primeiro disparo e 9 novamente no segundo, mas a flecha de Jorge ficou mais perto do centro do alvo.
Marcus chegou à final depois de liderar a fase classificatória. Nas eliminatórias, venceu Gustavo Romero, do Peru, nas oitavas de final; Esteban Silva, da Argentina, nas quartas; e Matheus Ely por 6 a 4 na semifinal.
O vento forte influenciou a decisão, especialmente na flecha extra. “O vento acabou levando para a direita, a altura foi perfeita, mas foi para a direita”, explicou o brasileiro.
Apesar dos dois títulos, Marcus reconheceu que esperava sair com mais um ouro. Ele afirmou ter disparado mais de 150 flechas durante o período e avaliou que quase todas foram boas, mas disse que não dava para reclamar do resultado final.








