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Laura Silva leva tradição familiar do squash ao sonho olímpico
Foto: Gabriella Garbim/ECP
Esportes

Laura Silva leva tradição familiar do squash ao sonho olímpico

Bronze nos Jogos Sul-Americanos, brasileira de 18 anos mira torneios internacionais e uma vaga em Los Angeles-2028.

Medalhista de bronze no squash dos Jogos Sul-Americanos Santa Fé-2026, Laura Silva cresceu dentro das quadras e transformou um sonho familiar em uma carreira de destaque. Aos 18 anos, ela também conquistou uma segunda medalha, nas duplas mistas, ao lado de Pedro Mometto.

A relação de Laura com o esporte começou com o pai, Josafá Bezerra da Silva, conhecido como Jota. Ele competiu profissionalmente, passou a trabalhar como treinador e manteve o objetivo de ver alguém da família chegar ao alto nível. A mãe de Laura foi treinada por ele e alcançou o segundo lugar do ranking brasileiro. O irmão também se destacou e chegou a ser um dos principais jogadores do país na categoria juvenil.

“Meu pai treinou todo mundo, me treina, é meu treinador”, afirmou Laura.

Títulos no Brasil e busca por evolução

Laura venceu o Campeonato Brasileiro adulto pela primeira vez aos 14 anos e se tornou a campeã mais jovem da história da competição. Depois, manteve o domínio nacional e chegou ao tetracampeonato.

A atleta avalia que precisa disputar mais torneios internacionais para alcançar um nível maior. Segundo ela, a falta de adversárias brasileiras com esse padrão torna necessário buscar competições do circuito PSA e a possibilidade de treinar fora do país.

Na semifinal dos Jogos Sul-Americanos, Laura enfrentou a colombiana Lucía Bautista, cabeça de chave número 1 e atual melhor sul-americana no ranking mundial. A brasileira perdeu por 3 a 0, mas terminou com o bronze individual após uma partida em que considerou ter jogado de igual para igual em vários momentos.

Squash nos Jogos Olímpicos

O squash fará parte pela primeira vez do programa olímpico em Los Angeles-2028. A mudança transformou a possibilidade de disputar uma Olimpíada em um objetivo concreto para Laura.

“É treinar e tentar fazer o possível para garantir essa vaga. É um grande sonho”, disse.

A Confederação Brasileira de Squash prepara um planejamento para ampliar a presença da atleta em torneios do circuito profissional e aproximá-la do nível das principais jogadoras do mundo. Laura afirma que o apoio da entidade tem sido importante nesse processo.

Além da medalha individual, ela conquistou o bronze nas duplas mistas em Santa Fé-2026. A carreira, iniciada em uma família ligada ao squash, agora avança com a meta de buscar mais experiência internacional e uma vaga olímpica.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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