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DJ Tucho explica sucesso de mashups com misturas improváveis
Foto: Reprodução/Instagram
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DJ Tucho explica sucesso de mashups com misturas improváveis

Artista lançou o set “Improvável” e prepara novos projetos autorais com referências de funk, reggae, hip-hop e UK garage.

DJ Tucho lançou nesta sexta-feira (25) o set “Improvável”, seu primeiro trabalho completo, com exclusividade na Apple Music. Em quase 50 minutos, o artista combina gêneros e nomes como Eminem e Barbatuques, Avril Lavigne e Pabllo Vittar, The Offspring e Gloria Groove, além de Rammstein e MC Serginho.

A mistura de estilos começou nas redes sociais. Com uma biblioteca musical ampla, Tucho decidiu testar combinações fora do padrão dos mashups que já circulavam na internet.

“Eu sempre fui um cara muito eclético e eu tinha uma biblioteca musical muito grande”, contou o DJ. Ele também passou a publicar vídeos que mostravam apenas a aparelhagem e as mãos durante as performances. Antes disso, conteúdos com técnicas como scratch e back-to-back tinham alcance menor.

Vídeos impulsionaram o projeto

A mudança fez os números crescerem. “Antes eu tinha, sei lá, 200 views. Aí quando eu comecei a postar mil, eu falei, ‘opa, aqui tem um caminho’”, relembrou Tucho. Depois, alguns vídeos passaram de 1 milhão de visualizações.

Para o DJ, as combinações menos esperadas são as que mais chamam a atenção. Entre os exemplos estão misturas de Metallica com Biru Leib e Nirvana com MC Carol de Niterói. A estratégia também busca levar esse público ao trabalho autoral do artista.

Além dos mashups, Tucho já lançou uma faixa com Clayton Rasta e trabalha com referências de funk, reggae, hip-hop e UK garage. Para o próximo ano, ele planeja o projeto Febre Tropical, com elementos de forró e maracatu, além do funk. Depois, pretende apresentar Febre Urbana, voltado para uma sonoridade de festa.

O DJ também quer viajar para tocar em cidades como Minas Gerais, Brasília e São Paulo. A ideia é registrar os shows e produzir conteúdo durante o percurso. “É o que eu amo fazer, que é tocar, ainda mais viajar e com pessoas que estão ali pra escutar meus mashups improváveis.”

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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