O Vasco quer receber o Boca Juniors em São Januário pela semifinal da Copa Sul-Americana. O presidente Pedrinho pretende solicitar à Conmebol uma autorização especial para usar o estádio no jogo de volta, marcado para 20 de outubro.
A principal dificuldade é a capacidade mínima exigida pela entidade para partidas dessa fase: 30 mil lugares. O clube ainda precisa atender a critérios de estrutura e acomodação da torcida visitante.
Pedrinho afirmou que trabalha para ampliar o espaço destinado aos torcedores do Boca e mencionou sua relação com Juan Román Riquelme, presidente do clube argentino. “Vou tentar aumentar o espaço de visitante em São Januário”, disse o dirigente.
Maracanã é alternativa
São Januário continua como a primeira opção do Vasco. Caso a autorização não seja concedida, o Maracanã aparece como plano alternativo. O clube tem contrato relacionado ao estádio e enviou um ofício ao consórcio responsável pela administração do local, com prazo de 48 horas para uma resposta sobre a possibilidade de uso.
Pedrinho também pediu flexibilidade ao presidente da Conmebol para que a partida aconteça em São Januário. O dirigente reconhece, porém, que o estádio precisa cumprir as exigências da entidade sul-americana.
Reclamações sobre os estádios
A indefinição reacendeu a discussão entre Vasco e Flamengo sobre o uso de São Januário e do Maracanã. Pedrinho reclamou das limitações para que o Vasco mande partidas consideradas de risco em sua própria casa, principalmente os clássicos contra o rival.
O presidente vascaíno também questionou a relação com o Flamengo em relação ao Maracanã. O estádio segue entre as opções para o confronto com o Boca, enquanto o Vasco aguarda a posição do consórcio.
Além da exigência de 30 mil lugares, a existência do Maracanã e do Nilton Santos na cidade dificulta uma possível exceção para São Januário.








